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25 anos temperando Maceió com aji

Quando o casal Simone  (@simoneriscobert) e José Bert abriram as portas do restaurante Wanchako (@restaurantewanchako), no dia 10 de setembro de 1996, ninguém sabia ao certo o que era comida peruana, muitos confundiram com a mexicana e logo pensavam: “Tem muita pimenta…”. O povo fugia como o diabo foge da cruz, e a inocente aji, pimenta peruana, levou toda culpa. Mas aos poucos o talento da chef alagoana conquistou os nativos e quando caiu nas graças dos turistas, aí decolou. E assim vão 25 anos, Bodas de Prata, do primeiro restaurante peruano no Brasil e na nossa linda Maceió. E a cara e o coração do restaurante é o cebiche.

Chef Simone Bert, primeira mulher a comandar restaurante peruano

Os cebiches (pescados marinados no limão) são os preferidos do restaurante. O Festival de Cebiches vem com peixe, camarão costaneira e tiradito. O batizado de Nazca é uma mistura de peixe, polvo e camarão, que vem escoltada por batata-doce, pimenta aji, caldo de limão, azeite, gengibre, milho e molho shoyu. Mais que perfeito! O marcante é a qualidade dos pescados, com cortes delicados, e, especialmente, o equilíbrio da acidez primorosa. Uma viagem ao Peru.

“Polvo al olivo” “com cebolas roxas finíssimas e maionese de azeitona roxas

Pisco Sour, Suspiro Limeño e o aclamado camarão em conchas, são alguns dos sabores que fazem sucesso absoluto, desde então. Eu continuo fã do “polvo al olivo com cebolas roxas finíssimas e maionese de azeitona roxas”, manjar dos deuses incas.

Don Manuel com polvo e o camarão, uma maravilha de sabor e de textura

Arroz Dom Manuel não muda e arremata bocas e corações. E tem mais: nada de arroz italiano arbóreo! Dom Manuel é com arroz comum, o nosso brasileiro. Na mistura dos grãos, tem o polvo e o camarão, uma maravilha de sabor e de textura, tanto que nunca sai de moda.

Equipe do Wanchako celebra Bodas de Prata

Trajetória – Algumas tatuagens da alagoana Simone Bert escondem queimaduras e cortes da labuta da cozinha. Afinal, comandar as caçarolas não é apenas glamour, nos bastidores é calor, fogo, facas afiadas e horas em pé. Mas quem ama ser cozinheira faz do ofício um prazer. Ela foi a primeira chef de Maceió a ganhar projeção nacional na mídia. Os críticos gastronômicos escreviam: “não precisa ir à Nova York para comer um cheviche, Maceió tem o Wanchako”. Assim, o restaurante peruano com os nossos frutos do mar é um dos cartões postais da nossa cidade.

Suspiro limoño, uma paixão doce do Wanchako

Rota: Wanchako

Funciona de segunda a sábado a partir das 18h

Rua São Francisco de Assis, 93 – Jatiúca, Telefone: (82) 3235-2151

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