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Os campeões do ano

Qual a tendência para a gastronomia em 2020? A minha aposta é nas comidinhas saudáveis e nas tradições. Afirmo isso com base nas postagens mais lidas de 2019, onde o bolo de banana, uma receita zero de açúcar, de lactose e de glúten foi a estrela. Em seguida, as receitas do bolo de maisena e tapioca, ambas sem glúten. Então, meu povo, quer investir em gastronomia? Fica de olho neste mercado saudável, mas, por outro lado, as tradições dos pasteis, acarajé e uma trilha gastronômica de Arapiraca também conquistaram os meus leitores online.

Veja os 10 mais lidos:

Bolo de banana com aveia, sem açúcar e nem glúten

1º – RECEITA  BOLO DE BANANA

Bolo de banana, sem açúcar e com afeto

A banana com a casquinha preta traz, naturalmente, mais doçura.  Este é um dos segredos do sucesso do bolo de banana com zero de açúcar, glúten e lactose que conquistou o primeiro lugar no meu blog de março com 16.560, e nos meses seguintes continua em primeiro lugar de acesso, em setembro foram 22.553. No mês de agosto o bolo de banana foi mais longe, conquistou a Panificação Brasília, no bairro do Farol, que começou a produzir a receita de maior sucesso do blog.

Bolo de maisena Receitas das Irmãs Rocha

2º –  BOLO DE MAISENA

Busquei na saudade do restaurante das Irmãs Rocha para escrever este post. Como era maravilhoso o seu café regional. Mesa farta com cuscuz, sopas, sanduíches de forno, bolos, tapioca molhada, macaxeira, filhoses, chá de ervas frescas, café, leite, beiju… E a receita do bolinho de maisena (sem glúten). Ele era um dos itens da mesa de doces, polvilhado com açúcar e, quentinho, derretia no céu da boca.

Bolinho de maisena, a glória sem glúten

Receita da Tapioca Molhada das Irmãs Rocha

3º TAPIOCA MOLHADA

Na mesa farta, rica e linda do café regional do saudoso restaurante das Irmãs Rocha, era servida uma iguaria que na época não provei, a tapioca molhada, que parecia ser um doce. Mas em gastronomia vale sempre se lembrar do ditado: “Quem vê cara, não vê coração”, pura verdade. Mas coube às “Cecílias”, mãe e filha, herdeiras do talento culinário da saudosa Bartyra, uma das Irmãs Rocha, relembrar a tapioca molhada para o meu blog. O resultado é o manjar dos índios, já que esses descobridores do Brasil deixaram a herança do beiju, uma das delícias originárias da macaxeira.

Tapioca molhada, zero de glúten e de lactose

 

4- PORCO É O REI

Barriga de porco um bom começo no restaurante

Assado de tira suína, ainda não é muito conhecida, mas no cardápio online do restaurante Pig Pork, traduzindo para o português, “Pig= porco e Pork = carne de porco”, despertou o meu desejo, e assim fiz o pedido. Para acompanhar a parte mais nobre da costela, escolhi legumes grelhados, arroz branco e o feijão na nata, uma receita clássica do chef Ricardo Arroz. Realmente, o assado de tira suína é sucesso de sabor e textura. Ela é grelhada e temperada apenas do sal. Os elogios não são apenas para as tiras, mas para os legumes grelhados com ervas e regados no azeite. Eles são um espetáculo… Macios e deliciosos.

O porco é o rei

5º – MARMITA SAUDÁVEL

Espaço Anandda, marmita saudável

Jaqueline Galvão é alagoana, nutricionista, e a chef do Espaço Anandda. A proposta do restaurante é de comidinhas saudáveis e sem nada de origem animal (vegana), zero de glúten e de lactose, mas tem sabor. A boa novidade é que a comida é a la carte, mas também entrega. Batizei de marmita saudável, com opções de cinco a oito opções. Destaque para os lanches, dos brigadeiros com leite de castanha.

Marmita saudável

6º – BATATA DOCE, TODA PODEROSA 

Bolinho de batata doce tem recheio de charque desfiado do Boteco do Urugua

Batata doce – Nas minhas lembranças de infância, a batata doce sempre foi o xodó na mesa do nordestino. No meu doce lar, meu pai, seu Hermílio de Oliveira, amassava a iguaria e colocava leite de gado fresco, comprado na vizinhança, e eu acompanhava a façanha dele. Na época, em Mangabeiras tudo era sítio. Já minha mãe, dona Nia, aproveitava o charque que sobrava do feijão, desfiava, fritava, deixando os fios bem crocantes, para acompanhar a batata cozida em rodelas, com manteiga. Inesquecível, também, o doce de batata doce da marca Mangabeiras, de dona Esther, o meu predileto.

O tempo passou e a batata doce da minha infância é poderosa aliada da vida saudável. Queridinha dos atletas e esportistas, toda nutricionista a inclui na dieta.  O tubérculo é excelente alimento para a população que tem restrições alimentares como diabéticos, portadores de doenças cardiovasculares e celíacos.

Batata doce, toda poderosa

 

7º – PASTEL DA MÔNICA

Mini pasteis doces da Mônica:chocolate, doce de leite, cartola…

Mônica Danielle não pensa em crise, mas em empreender. Dessa forma, a alagoana abriu a primeira loja do seu Pasteka’s, na rua principal do bairro do Santo Eduardo (próximo à Panificação Pão Gostoso), com pasteis e caldo de caldo de cana. O diferencial é que o cliente pode montar o recheio dos pasteis. O empreendimento existe há quatro anos como food truck no Farol (próximo ao Palato). A pastelaria, que tem um diferencial: desde o começo, o cliente escolhe de quatro a seis ingredientes para rechear os pasteis de 25cm. O melhor é que tem caldo cana para acompanhar. E digo mais, a massa do pastel é boa, mas tão boa, que comeria até sem o recheio.

Pastel da Monica

 

8º – ACARAJÉ DA SANDRA FERRARI

As acarajés com caruru, vatapá e camarões defumado e refogado do Empório da Bahia

Nunca imaginei na minha vida que acarajé congelado e preparado no forno pudesse ser tão bom, crocante por fora e fofinho por dentro. A iguaria baiana vem escoltada por vatapá, caruru, camarão defumado e, para afagar o alagoano, camarão sem casca refogado levemente no dendê.

Esta delícia de acarajé é da Sandra Ferrari, uma baiana arretada que escolheu Maceió para viver e empreender com o Empório da Bahia. E, acreditem, o quitute afro vai chegar na sua casa congelado, vai ao forno convencional (nunca microondas) já frito no azeite de dendê. Nossa única preocupação é seguir o modo de fazer impresso na tampinha para comer como reza a tradição baiana.

Acarajé da Sandra Ferrari

 

9º – ARAPIRACA É BOM DEMAIS

Charme da doceria Pecado da Gula

Desnude de preconceito, pois nem só de sol e mar vive Alagoas. Viajei até Arapiraca para descobrir porque ela merece o título de Princesinha do Agreste. Com a economia possante, a cidade tem o ícone, Coringa, que produz o maior símbolo do Nordeste, o cuscuz, e é bom demais no café da manhã ou no jantar.  Mas não para por aí. Já comeu o “Sertão da França”? É a melhor coisa do mundo. Um sanduíche no pão francês com queijo manteiga lá da Padaria Rio Branco, no Centro da cidade. E quando anoitece com o céu estrelado, lembre a frase: “A noite é uma criança”, e deixe a vida levar pelo Vinil Coffee Bar e apreciar o sol nascer no Mystura Fina.

Arapiraca é bom demais

 

10º – TRILHA DO PASTEL

Os famosos pasteis de Junqueiro com caldo de cana

No meu blog dou tantas dicas que, às vezes, fica difícil localizar. Aos poucos vou organizando a casa. Então, que tal se eu começar pelos pasteis? Os amo de paixão. Sou daquelas de deixar o prato de feijão com arroz para lanchar um ou mais pasteis. E pode ser grande, médio ou pequeno. Tanto faz. Levo em conta se a massa é boa e o recheio bem qualificado. Então vamos às  minhas dicas já publicadas no meu blog. E você meu caro leitor, qual sua pastelaria predileta?

Trilha do Pastel

 

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3 comentários
  • Renato
    3 semanas Atrás

    Olá Nilde Lins , estas receitas são uma melhor que a outra, muitas opções e variedades para todos os gostos e públicos e aproveitando veja o passo a passo completo que irá fazer de você um (a) profissional especialista em Confeitaria e Panificação.
    Acesse esse link e aproveite já : http://bit.ly/34ZjECt

  • André
    3 semanas Atrás

    Faltou o delicioso sorvete Belo Monte no farol. Depois da sua dica só Ele para saborear.

  • André
    3 semanas Atrás

    Faltou o delicioso sorvete Belo Monte no farol. Depois de sua dica não faltam mais sorvetes em casa.

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